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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Se eu tivesse...

Oi gente, hoje o post é uma daquelas correntes do nosso mundo blogger, mas quero que vocês participem respondendo as peguntas também!
Vamos lá?
Vou responder ao meu primeiro TAG que se chama "Se eu tivesse..." que me foi atribuído pelo blog Oitentáculos.


As minhas respostas:

1 - Se eu tivesse... De voltar atrás no tempo, o que mudavas? Seria mais paciente com os meus pais.
2 - Se eu tivesse... De escolher entre ir trabalhar para fora (com proposta) ou ficar na minha cidade por causa do namorado/a e familia. Eu viajaria e aceitaria a proposta.
3 - Se eu tivesse... De escolher alguém, quem querias ser? Não escolheria ninguém.
4 - Se eu tivesse... De ser um desenho animado, qual eras? Acho que eu ia querer ser a Angelina Jolie rs
5 - Se eu tivesse... De mudar o mundo, o que irias mudar primeiro? Nem sei por onde começar rs Acho que mudaria a consciência das pessoas primeiro!


Espero que tenham gostado das perguntas, respondam também, beijos beijos!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Casamento: Modo De Usar.


Case-se com alguém que adore te escutar contando algo banal como o preço abusivo dos tomates, ou que entenda quando você precisar filosofar sobre os desamores de Nietzsche.
Case-se com alguém que você também adore ouvir. É fácil reconhecer uma voz com quem se deve casar; ela te tranquiliza e ao mesmo tempo te deixa eufórico como em sua infância, quando se ouvia o som do portão abrindo, dos pais finalmente chegando. Observe se não há desespero ou insegurança no silêncio mútuo, assim sendo, case-se.



Se aquela pessoa não te faz rir, também não serve para casar. Vai chegar a hora em que tudo o que vocês poderão fazer, é rir de si mesmos. E não há nada mais cruel do que estar em apuros com alguém sem espontaneidade, sem vida nos olhos.
Case-se com alguém cheio de defeitos, irritante que seja, mas desconfie dos perfeitinhos que não se despenteiam. Fuja de quem conta pequenas mentiras durante o dia. Observe o caráter, antes de perceber as caspas.


Case-se com alguém por quem tenha tesão. Principalmente tesão de vida. Alguém que não lhe peça para melhorar, que não o critique gratuitamente, alguém que simplesmente seja tão gracioso e admirável que impregne em você a vontade de ser melhor e maior, para si mesmo.

Para se casar, bastam pequenas habilidades. Certifique-se de que um dos dois sabe cumpri-las. É preciso ter quem troque lâmpadas e quem siga uma receita sem atear fogo na cozinha; é preciso ter alguém que saiba fazer massagem nos pés e alguém que saiba escolher verduras no mercado. E assim segue-se: um faz bolinho de chuva, o outro escolhe bons filmes; um pendura o quadro e o outro cuida para que não fique torto. Tem aquele que escolhe os presentes para as festas de criança e aquele que sabe furar uma parede, e só a parede por ora. Essa é uma das grandes graças da coisa toda, ter uma boa equipe de dois.
Passamos tanto tempo observando se nos encaixamos na cama, se sentimos estalinhos no beijo, se nossos signos se complementam no zodíaco, que deixamos de prestar atenção no que realmente importa; os valores. Essa palavra antiga e, hoje assustadora, nunca deveria sair de moda.



Os lábios se buscam, os corpos encontram espaços, mas quando duas pessoas olham em direções diferentes, simplesmente não podem caminhar juntas. É duro, mas é a verdade. Sabendo que caminho quer trilhar, relaxe! A pessoa certa para casar certamente já o anda trilhando. Como reconhecê-la? Vocês estarão rindo. Rindo-se.

(Diego Engenho Novo)

sábado, 11 de janeiro de 2014

Um Marido que Viajou de Tutu Rosa Pra ver a Esposa Sorrir

Bom dia amigos, tudo bem com vocês?

Hoje de manhã eu me deparei com uma reportagem muito diferente das outras, e resolvi postar aqui no blog pra vocês se emocionarem assim como eu!


Sempre que a gente ouve falar de câncer, ouvimos histórias lindas de superação, mas na sua maioria, tristes. Bob e Linda Carey, um casal de alemães, levaram um susto em 2003: Linda foi diagnosticada com câncer de mama e teve que fazer quimioterapia. Ao invés de ficar desesperado ele quis enfrentar o problema de outra forma: Pegou uma câmera boa e viajou pela Alemanha pra tirar algumas fotos engraçadas pra divertir a sua esposa.


Tenho pra mim que a atitude do marido deve ter amenizado a tortura que é passar por um tratamento de cancer, e acredito que deve ter feito bem pra tantas outras mulheres que passaram pelo menos problema e acompanharam Linda de perto.


A ideia deu tão certo que o Bob lançou um projeto na internet, o  The Tutu Project, que conta de perto como eles enfrentaram o câncer. Todo o dinheiro é revertido em prol do câncer de mama. Que incrível, né?

Separei algumas fotos pra vocês, olha só que lindas!












E aí gostaram? O que vocês acharam da atitude dele?

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Tem idoso em casa?

Uma casa montada na zona norte de São Paulo tem o intuito de ensinar a seus moradores lições básicas de vida como comer, tomar banho, deitar-se na cama, cozinhar e andar com segurança.

O local é público e foi montado ao custo de R$ 47 mil para ensinar idosos a retomarem o controle de atividades da vida prática, após terem sido vítimas de uma queda, de um acidente vascular cerebral e até mesmo de doenças neurodegenerativas.

A instalação, que conta com sala, quarto, cozinha, banheiro e lavanderia, fica dentro do Centro de Referência do Idoso, local que oferece diversos outros serviços ao público mais velho.
O centro é mantido pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

"As pessoas chegam aqui necessitadas de orientação sobre como administrarem suas novas rotinas e como cuidarem de si próprias. A casa dá a oportunidade de mostrar na prática situações que as pessoas terão de enfrentar na velhice", diz Mariana Pietra, 30, terapeuta ocupacional do centro.
Editoria de Arte/Folhapress




Familiares também são chamados para as sessões na casa. A eles são explicados ponto a ponto possíveis obstáculos existentes nos cômodos, como driblá-los e como estimular os mais velhos a serem menos dependentes.

DICAS

Por toda a casa há uma série de dicas para evitar acidentes. "Não se apoie na pia ao se levantar no vaso", "mantenha uma luz de vigília à noite" e "retire os tapetes" são exemplos.

Odete Toyokawa, 66, sofreu um AVC no ano passado e teve de reaprender a fazer atividades diárias.

Usando um andador, perdeu o medo de voltar a cozinhar e está se preparando para ter mais autonomia.

"É difícil, voltei a ser criança, mas, aos poucos, estou me virando bem", afirma Odete.

Outra frequentadora do espaço, Lindalra Faria dos Santos, 66, também vítima de um AVC, afirma que coloca em prática tudo o que aprende.

"Faço alongamento, mudei móveis de lugar e sigo as dicas para evitar quedas. Tive de reaprender tudo, de vencer os obstáculos para viver mais e melhor, como quero", afirma a aposentada.

Para mais informações sobre a casa e sobre outros serviços de atenção aos idosos:
 www.crinorte.org.br ou (11) 2972-9200.

Lógicas

Ontem acabou a luz no meu prédio e só isso ja bastava pra minha cabeça viajar por pouco tempo até que tudo voltasse ao normal. Não me lembro a ultima vez que eu fiquei só comigo mesma refletindo sobre AONDE EU ESTAVA INDO e ONDE EU ESTOU QUERENDO CHEGAR. Fiquei preocupada.


Não quis ficar sozinha nos primeiros minutos e acabei indo na Tia Cida, mas não adiantou muito. Começamos a falar de sonhos. Todos nós temos sonhos. Mas na maioria das vezes é sonhando que eu me vejo muito diferente dos outros.

Ouvi a Tia Cida me contar e nem sei como chegamos no assunto que já devo ter ouvido umas quatro vezes mas mesmo assim sempre chego nele rs

Ouvi ela me descrever cada detalhe dos quinze anos que viveu em uma casa que só caía aos pedaços! Ouvi ela contar como foi passar a infância dos seus filhos na pobreza. No sufoco das suas economias ter que morar num lugar horrível onde a própria casa era uma pertubação.

A gente tem mesmo essa mania feia de comparar as pessoas com o que a gente pensa e acha delas! Amo a Tia Cida e acho que ela não merecia ter passado por tanta coisa ruim. Ao mesmo tempo, eu bisbilhotava a minha rede social que numa das publicações alguém que não me agrada nem um pouco, acabava de mencionar que tinha ganhado um carro. Sem habilitação, com um carro.Dois filhos, com uma casa inabitável. Fiquei imaginando qual seria a lógica de Deus. O que é preciso pra se dar bem? Ter sofrido na vida? Ter tido sorte mesmo? Ter se esforçado? Talvez seja o destino, mas acredito que não exista mesmo uma lógica.


Depois de uma grande puxada de tapete que a vida me deu, tenho me recuperado aos poucos! Ainda não sei se as vitórias continuam, se estou parando ou se preciso cair mais vezes pra passar por coisas que ainda não passei! Se existe realmente uma lógica eu nem sei qual é, mas de fato uma coisa é verdadeira em mim, eu não vou desistir, e nem parar por aqui! Porque independente do que eu tenha que fazer pra chegar no alto, e aonde eu quero, eu vou chegar! Nenhuma lógica vai me impedir.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Porque os jovens profissionais da geração Y estão infelizes

Esta é a Ana.


Ana é parte da Geração Y, a geração de jovens nascidos entre o fim da década de 1970 e a metade da década de 1990. Ela também faz parte da cultura Yuppie, que representa uma grande parte da geração Y.


“Yuppie” é uma derivação da sigla “YUP”, expressão inglesa que significa “Young Urban Professional”, ou seja, Jovem Profissional Urbano. É usado para referir-se a jovens profissionais entre os 20 e os 40 anos de idade, geralmente de situação financeira intermediária entre a classe média e a classe alta. Os yuppies em geral possuem formação universitária, trabalham em suas profissões de formação e seguem as últimas tendências da moda. - Wikipedia

Eu dou um nome para yuppies da geração Y — costumo chamá-los de “Yuppies Especiais e Protagonistas da Geração Y”, ou “GYPSY” (Gen Y Protagonists & Special Yuppies). Um GYPSY é um tipo especial de yuppie, um tipo que se acha o personagem principal de uma história muito importante.

Então Ana está lá, curtindo sua vida de GYPSY, e ela gosta muito de ser a Ana. Só tem uma pequena coisinha atrapalhando:

Ana está meio infeliz.

Para entender a fundo o porquê de tal infelicidade, antes precisamos definir o que faz uma pessoa feliz, ou infeliz. É uma formula simples:


É muito simples — quando a realidade da vida de alguém está melhor do que essa pessoa estava esperando, ela está feliz. Quando a realidade acaba sendo pior do que as expectativas, essa pessoa está infeliz.

Para contextualizar melhor, vamos falar um pouco dos pais da Ana:


Os pais da Ana nasceram na década de 1950 — eles são “Baby Boomers“. Foram criados pelos avós da Ana, nascidos entre 1901 e 1924, e definitivamente não são GYPSYs.


Na época dos avós da Ana, eles eram obcecados com estabilidade econômica e criaram os pais dela para construir carreiras seguras e estáveis. Eles queriam que a grama dos pais dela crescesse mais verde e bonita do que eles as deles próprios. Algo assim:


Eles foram ensinados que nada podia os impedir de conseguir um gramado verde e exuberante em suas carreiras, mas que eles teriam que dedicar anos de trabalho duro para fazer isso acontecer.


Depois da fase de hippies insofríveis, os pais da Ana embarcaram em suas carreiras. Então nos anos 1970, 1980 e 1990, o mundo entrou numa era sem precedentes de prosperidade econômica. Os pais da Ana se saíram melhores do que esperavam. isso os deixou satisfeitos e otimistas.


Tendo uma vida mais suave e positiva do que seus próprios pais, os pais da Ana a criaram com um senso de otimismo e possibilidades infinitas. E eles não estavam sozinhos. Baby Boomers em todo o país e no mundo inteiro ensinaram seus filhos da geração Y que eles poderiam ser o que quisessem ser, induzindo assim a uma identidade de protagonista especial lá em seus sub-conscientes.

Isso deixou os GYPSYs se sentindo tremendamente esperançosos em relação à suas carreiras, ao ponto de aquele gramado verde de estabilidade e prosperidade, tão sonhado por seus pais, não ser mais suficiente. O gramado digno de um GYPSY também devia ter flores.


Isso nos leva ao primeiro fato sobre GYPSYs:

GYPSYs são ferozmente ambiciosos


O GYPSY precisa de muito mais de sua carreira do que somente um gramado verde de prosperidade e estabilidade. O fato é, só um gramado verde não é lá tão único e extraordinário para um GYPSY. Enquanto seus pais queriam viver o sonho da prosperidade, os GYPSYs agora querem viver seu próprio sonho.

Cal Newport aponta que “seguir seu sonho” é uma frase que só apareceu nos últimos 20 anos, de acordo com o Ngram Viewer, uma ferramenta do Google que mostra quanto uma determinada frase aparece em textos impressos num certo período de tempo. Essa mesma ferramenta mostra que a frase “carreira estável” saiu de moda, e também que a frase “realização profissional” está muito popular.



Para resumir, GYPSYs também querem prosperidade econômica assim como seus pais – eles só querem também se sentir realizados em suas carreiras, uma coisa que seus pais não pensavam muito.

Mas outra coisa está acontecendo. Enquanto os objetivos de carreira da geração Y se tornaram muito mais específicos e ambiciosos, uma segunda ideia foi ensinada à Ana durante toda sua infância:


Este é provavelmente uma boa hora para falar do nosso segundo fato sobre os GYPSYs:

GYPSYs vivem uma ilusão

Na cabeça de Ana passa o seguinte pensamento: “mas é claro… todo mundo vai ter uma boa carreira, mas como eu sou prodigiosamente magnífica, de um jeito fora do comum, minha vida profissional vai se destacar na multidão”. Então se uma geração inteira tem como objetivo um gramado verde e com flores, cada indivíduo GYPSY acaba pensando que está predestinado a ter algo ainda melhor:

Um unicórnio reluzente pairando sobre um gramado florido.


Mas por que isso é uma ilusão? Por que isso é o que cada GYPSY pensa, o que põe em xeque a definição de especial:


es-pe-ci-al | adjetivo
melhor, maior, ou de algum modo
diferente do que é comum

De acordo com esta definição, a maioria das pessoas não são especiais, ou então “especial” não significaria nada.

Mesmo depois disso, os GYPSYs lendo isto estão pensando, “bom argumento… mas eu realmente sou um desses poucos especiais” – e aí está o problema.

Uma outra ilusão é montada pelos GYPSYs quando eles adentram o mercado de trabalho. Enquanto os pais da Ana acreditavam que muitos anos de trabalho duro eventualmente os renderiam uma grande carreira, Ana acredita que uma grande carreira é um destino óbvio e natural para alguém tão excepcional como ela, e para ela é só questão de tempo e escolher qual caminho seguir. Suas expectativas pré-trabalho são mais ou menos assim:


Infelizmente, o mundo não é um lugar tão fácil assim, e curiosamente carreiras tendem a ser muito difíceis. Grandes carreiras consomem anos de sangue, suor e lágrimas para se construir – mesmo aquelas sem flores e unicórnios – e mesmo as pessoas mais bem sucedidas raramente vão estar fazendo algo grande e importante nos seus vinte e poucos anos.

Mas os GYPSYs não vão apenas aceitar isso tão facilmente.

Paul Harvey, um professor da Universidade de New Hampshire, nos Estados Unidos, e expert em GYPSYs, fez uma pesquisa onde conclui que a geração Y tem “expectativas fora da realidade e uma grande resistência em aceitar críticas negativas” e “uma visão inflada sobre si mesmo”. Ele diz que “uma grande fonte de frustrações de pessoas com forte senso de grandeza são as expectativas não alcançadas. Elas geralmente se sentem merecedoras de respeito e recompensa que não estão de acordo com seus níveis de habilidade e esforço, e talvez não obtenham o nível de respeito e recompensa que estão esperando”.

Para aqueles contratando membros da geração Y, Harvey sugere fazer a seguinte pergunta durante uma entrevista de emprego: “Você geralmente se sente superior aos seus colegas de trabalho/faculdade, e se sim, por quê?”. Ele diz que “se o candidato responde sim para a primeira parte mas se enrola com o porquê, talvez haja um senso inflado de grandeza. Isso é por que a percepção da grandeza é geralmente baseada num senso infundado de superioridade e merecimento. Eles são levados a acreditar, talvez por causa dos constantes e ávidos exercícios de construção de auto-estima durante a infância, que eles são de alguma maneira especiais, mas na maioria das vezes faltam justificativas reais para essa convicção”.

E como o mundo real considera o merecimento um fator importante, depois de alguns anos de formada, Ana se econtra aqui:


A extrema ambição de Ana, combinada com a arrogância, fruto da ilusão sobre quem ela realmente é, faz ela ter expectativas extremamente altas, mesmo sobre os primeiros anos após a saída da faculdade. Mas a realidade não condiz com suas expectativas, deixando o resultado da equação “realidade – expectativas = felicidade” no negativo.

E a coisa só piora. Além disso tudo, os GYPSYs tem um outro problema, que se aplica a toda sua geração:

GYPSYs estão sendo atormentados


Obviamente, alguns colegas de classe dos pais da Ana, da época do ensino médio ou da faculdade, acabaram sendo mais bem-sucedidos do que eles. E embora eles tenham ouvido falar algo sobre seus colegas de tempos em tempos, através de esporádicas conversas, na maior parte do tempo eles não sabiam realmente o que estava se passando na carreira das outras pessoas.

A Ana, por outro lado, se vê constantemente atormentada por um fenômeno moderno: Compartilhamento de Fotos no Facebook.

As redes sociais criam um mundo para a Ana onde: A) tudo o que as outras pessoas estão fazendo é público e visível à todos, B) a maioria das pessoas expõe uma versão maquiada e melhorada de si mesmos e de suas realidades, e C) as pessoas que expôe mais suas carreiras (ou relacionamentos) são as pessoas que estão indo melhor, enquanto as pessoas que estão tendo dificuldades tendem a não expor sua situação. Isso faz Ana achar, erroneamente, que todas as outras pessoas estão indo super bem em suas vidas, só piorando seu tormento.


Então é por isso que Ana está infeliz, ou pelo menos, se sentindo um pouco frustrada e insatisfeita. Na verdade, seu início de carreira provavelmente está indo muito bem, mas mesmo assim, ela se sente desapontada.

Aqui vão meus conselhos para Ana:

1) Continue ferozmente ambiciosa. O mundo atual está borbulhando de oportunidades para pessoas ambiciosas conseguirem sucesso e realização profissional. O caminho específico ainda pode estar incerto, mas ele vai se acertar com o tempo, apenas entre de cabeça em algo que você goste.

2) Pare de pensar que você é especial. O fato é que, neste momento, você não é especial. Você é outro jovem profissional inexperiente que não tem muito para oferecer ainda. Você pode se tornar especial trabalhando duro por bastante tempo.

3) Ignore todas as outras pessoas. Essa impressão de que o gramado do vizinho sempre é mais verde não é de hoje, mas no mundo da auto-afirmação via redes sociais em que vivemos, o gramado do vizinho parece um campo florido maravilhoso. A verdade é que todas as outras pessoas estão igualmente indecisas, duvidando de si mesmas, e frustradas, assim como você, e se você apenas se dedicar às suas coisas, você nunca terá razão pra invejar os outros.

Fonte:

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Outubro Rosa


Cada ano vem aumentando a adesão ao movimento mundial "Outubro Rosa", que visa chamar atenção, diretamente, para a realidade atual do câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce.

Aqui estão reunidas desde as primeiras iniciativas, até as que atualmente manifestam-se no mundo.


O objetivo deste site é divulgar, de modo simples e verdadeiro, todas as contribuições de vários segmentos da sociedade em relação a esta ação mundial, que embeleza com seu tom rosa, nas mais diversas nuances, monumentos e locais históricos, no sentido de nos mostrar, de modo belo e feminino, a importância da luta contra o câncer que mais mata mulheres em todo o mundo.


O importante é, na realidade, focar este sério assunto nos 12 meses do ano, já que a doença é implacável e se faz presente não só no mês de outubro. No entanto, este mês é representativo para a causa, tornando-se especial e destacado dos demais.


Ninguém é dono desta iniciativa. Simplesmente desejamos contar a história como ela é, respeitando aqueles que, muitas vezes de modo anônimo, prestaram a sua homenagem e manifestaram seu acolhimento à causa.




Nos ajude a complementar a história e eventos realizados, enviando fotos e artigos para o e-mail: contato@outubrorosa.org.br


Como participar:

Refletor existente no local: 

Tela Rosa a ser colocada no refletor:

Refletor já com a tela colocada: 

Resultado do refletor com a tela rosa: